Ficha Limpa é uma lei originada de iniciativa popular que reuniu 1,9 milhão de assinaturas, onde políticos que possuem condenação não possam concorrer às eleições, não importa o tipo de cargo.
Porém, até hoje, com a eleição se aproximando, não há um candidato se que tenha sua candidatura impugnada, em razão de recursos e mais recursos que os candidatos entram e o STF não decide se irá manter a lei, ou se irá colocá-la no esquecimento.
Ontem, teve a votação no STF para julgar o recurso do candidato Joaquim RORIZ, que é de Brasília, e cometeu vários crimes na função de Governador do DF. Porém, a votação iniciou-se tranquila, para condenação, na impugnação da candidatura de tal candidato; no entanto, no final, ficou empatada, e a votação foi transferida para hoje.
Eu não sei o que é pior: uma Justiça Parcial, duvidosa, sem nenhuma segurança jurídica, ou um político cara-de-pau, que se acha no direito de concorrer a cargo público, mesmo tendo feito tudo que fez, as claras, sem nem se incomodar em ser indagado sobre isto.
O mais interessante nisto tudo é que, se eu tiver meu nome sujo no SPC ou Serasa, eu não consigo comprar uma agulha; mas se o sujeito tiver fichas e mais fichas criminais, ele pode governar o país! Então, digam-me senhores juristas: onde está a segurança jurídica do Brasil?